
Até que ponto uma pessoa defende uma causa? No filme “A vida de David Gale” toda uma trama é travada por manifestantes contra a pena de morte que vigorava no governo vigente na época retratada. A trama culminou num ponto de ação extrema: na morte de dois dos manifestantes. A primeira morte foi a de uma manifestante que pareceu um assassinato e a outra foi do protagonista do filme. A primeira morte acarretou a segunda, pois a culpa pela morte da manifestante recaiu sobre ele, que foi condenado a morte.
Com a morte de Gale, podia-se comprovar a falibilidade do sistema de condenação que ele e seus companheiros tanto combatiam, pois a morte da mulher na verdade foi um suicídio e não assassinato, muito menos um assassinato cometido por Gale. Assim sendo, para se conseguir provar que o sistema judiciário adotado pelo governo era brutal e continha falhas, eles forjaram um assassinato, que na verdade foi um suicídio, pelo qual David foi condenado e executado por um crime que não cometeu.
Combatiam veementemente esse sistema, pois acreditavam que toda forma de vida merecia respeito e que as execuções acarretavam às famílias dos condenados e à sociedade uma frieza perante o próximo, o que não era saudável. Durante o filme ainda se mostrou outro motivo de revolta por parte dos manifestantes, que consistia na contrariedade deles para com a situação de que os executados eram sempre viciados, pessoas sem acesso a advogados de expressão, ou pouco instruídas e desfavorecidas. Ou seja, como um sistema que só condena desfavorecidos pode ser válido, se pessoas de classes mais avantajadas também cometem as mesmas formas de crimes?
Resta ainda entender porque o cúmplice do suicídio da mulher e o próprio Gale, que sabia da realidade da morte, não inocentaram o condenado antes de ele ser executado. Essa atitude foi tomada, pois quase mártires não comprovariam a falibilidade do sistema, pelo contrario, firmaria sua infalibilidade e que o sistema sempre funciona, era preciso realmente uma morte de um inocente para se cessar uma condenação tão brutal e desrespeitosa da sensibilidade e da vida.
Com a morte de Gale, podia-se comprovar a falibilidade do sistema de condenação que ele e seus companheiros tanto combatiam, pois a morte da mulher na verdade foi um suicídio e não assassinato, muito menos um assassinato cometido por Gale. Assim sendo, para se conseguir provar que o sistema judiciário adotado pelo governo era brutal e continha falhas, eles forjaram um assassinato, que na verdade foi um suicídio, pelo qual David foi condenado e executado por um crime que não cometeu.
Combatiam veementemente esse sistema, pois acreditavam que toda forma de vida merecia respeito e que as execuções acarretavam às famílias dos condenados e à sociedade uma frieza perante o próximo, o que não era saudável. Durante o filme ainda se mostrou outro motivo de revolta por parte dos manifestantes, que consistia na contrariedade deles para com a situação de que os executados eram sempre viciados, pessoas sem acesso a advogados de expressão, ou pouco instruídas e desfavorecidas. Ou seja, como um sistema que só condena desfavorecidos pode ser válido, se pessoas de classes mais avantajadas também cometem as mesmas formas de crimes?
Resta ainda entender porque o cúmplice do suicídio da mulher e o próprio Gale, que sabia da realidade da morte, não inocentaram o condenado antes de ele ser executado. Essa atitude foi tomada, pois quase mártires não comprovariam a falibilidade do sistema, pelo contrario, firmaria sua infalibilidade e que o sistema sempre funciona, era preciso realmente uma morte de um inocente para se cessar uma condenação tão brutal e desrespeitosa da sensibilidade e da vida.

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