No relatório final do PIBIC (06/07), entitulado " A lei moral e a possibilidade de uma religião racional derivada da moral pura", Jorge Vanderlei Costa da Conceição, graduando em filosofia pela PUC-PR, mostra o tema que vem desenvolvendo no decorrer de seu curso e de suas pesquisas junto ao seu orientador: professor, doutor Daniel Omar Perez. 
Nesse texto, o obejtivo de Conceiçao é demostrar a possibilidade de uma religião racional ocorrer derivada da moral pura. Para isso ele explora os pensamentos do filósofo alemão Kant, o qual afirma que a moral não precisa da religião enquanto fundamento da lei para funcionar, mas sim que a religião constrói uma referência com fim moral aos seres racionais finitos: os homens.
Para se seguir essa moral pura, Kant apresenta a fé racional que se difrencia da fé eclesiástica, pois se baseia na conciência moral e nas máximas que a moral valida para o homem, ao invés de se firmar, como faz a fé eclesiástica, em bases como tratados, epístolas, ou outros documentos religiosos que só têm confirmação ao homem por causa das autoridades cléricas que as manipulam.

Nesse texto, o obejtivo de Conceiçao é demostrar a possibilidade de uma religião racional ocorrer derivada da moral pura. Para isso ele explora os pensamentos do filósofo alemão Kant, o qual afirma que a moral não precisa da religião enquanto fundamento da lei para funcionar, mas sim que a religião constrói uma referência com fim moral aos seres racionais finitos: os homens.
Para se seguir essa moral pura, Kant apresenta a fé racional que se difrencia da fé eclesiástica, pois se baseia na conciência moral e nas máximas que a moral valida para o homem, ao invés de se firmar, como faz a fé eclesiástica, em bases como tratados, epístolas, ou outros documentos religiosos que só têm confirmação ao homem por causa das autoridades cléricas que as manipulam.
Afirmando essa diferença de fé que se deve apresentar ao se acreditar na moral pura em contraposição à que se apresenta ao se acreditar em religiões; e em meio à investigações de moral e religião e busca de semelhanças e difrenças entre essas duas práticas, Kant acaba se deparando com conceitos de cunho religioso e percebe que uma resignificaçao da religião em um discurso moral prova a derivação que a religião tem da moral pura.
Assim sendo, estudando-se a religião pode-se resignificar seus coneitos em discursos morais e estabelcer uma religião racional da moral pura, o que significaria transfomar os deveres morais em mandamentos divinos. Ou seja, a moral pura natural no homem, que é reprensenta pela realização do "supremo bem", pode ser empregada na construção de uma religião racional e oferecer ao homem uma fé consciente e não uma fé eclesiástica calcada em dogmas ou documentos firmados por autoridades clericais, já o inverso não é possível, pois uma moral canlcada exclusivamente em uma religião originaria formas de fanatismos.

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